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Progressão travada há anos: dá pra cobrar as diferenças atrasadas?

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Resposta rápida: Pode dar. Se a sua progressão devia ter acontecido e não aconteceu, a diferença de salário entre o nível que você deveria estar e o que recebeu pode ser cobrada — em regra, dos últimos 5 anos (prescrição). Não é automático: depende de provar que você cumpriu os requisitos e do estatuto da sua rede.

O que se cobra: a diferença

Quando a progressão devida não acontece, você continua recebendo pelo nível antigo, quando já deveria estar num nível melhor. O que se cobra é exatamente essa diferença — mês a mês, pelo período em que ela devia ter valido.

O limite do tempo

Como quase tudo contra o poder público, o passado tem prazo: em regra, entram os últimos 5 anos (prescrição). O que é mais antigo costuma ficar de fora. Tradução prática: quanto antes você olhar, menos você perde.

O que você precisa mostrar

A conta só fecha se você provar que tinha direito na época. Então guarde:

Antes de sonhar com um valor

Não é automático nem tem número mágico: depende de provar os requisitos e do estatuto da sua rede. Um advogado calcula a diferença sobre o seu caso. Comece entendendo quando a progressão é direito seu. Este texto é informativo.

Quer conferir a lei? Está aqui.
  • Constituição, art. 5º, XXXVIproteção ao direito adquirido — requisitos cumpridos incorporam o direito · fonte oficial

Perguntas frequentes

Dá pra receber o que perdi de progressão?

Se você comprova que tinha direito e a progressão não veio, a diferença entre o nível devido e o pago pode ser cobrada. É preciso demonstrar o cumprimento dos requisitos.

De quantos anos pra trás?

Em regra, os últimos 5 anos (prescrição). O que passou disso costuma não entrar. Por isso não vale ficar adiando.

Preciso provar o quê?

Que você cumpriu os requisitos do plano de carreira (tempo, avaliações, títulos) na época em que a progressão era devida. Guarde contracheques, avaliações e comprovantes de titulação.

Equipe Direitos do Professor

Revisão editorial: João Rios. Sobre a autoria.

Este conteúdo é pra informar, não pra dar consultoria jurídica. Cada caso tem os seus detalhes; pra resolver o seu, procure um advogado.

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